O grupo de Filosofia Antiga da Universidade Federal de Minas Gerais foi criado em 2007 e reúne pesquisadores, docentes e discentes, que se dedicam ao estudo de diferentes tradições, autores e períodos da história da filosofia antiga. O grupo faz parte da linha de pesquisa em Filosofia Antiga e Medieval do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFMG.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
Seminário Permanente de Estudos Pré-Socráticos
Heráclito e(m) Platão
Belo Horizonte, 24 de junho de 2013
Programa
Segunda-feira, dia 24 de junho
11:00h
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Abertura: Miriam Campolina Diniz Peixoto, UFMG
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11:15h
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La « dottrina segreta », l’eraclitismo e il flusso universale nella prima parte del Teeteto.
Franco Ferrari, Università degli Studi di Salerno (Itália)
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12:15h
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Intervalo
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14:00h
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Notas sobre Heráclito no Teeteto, no Banquete e no Sofista de Platão.
Ana Flaksman, UNIRIO
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15:00h
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Eraclito, i fiumi e il divenire (fr. 12 DK = 40 Marcovich).
Francesco Fronterotta, Università del Salento – Lecce (Itália)
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16:00h
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Intervalo
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16:15h
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Heraclitismo no Crátilo de Platão.
Luisa Severo Buarque de Holanda, PUC-Rio
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16:00h
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Como usar a linguagem para precisar o movimento? Algumas tentativas em Platão e Heráclito.
Celso de Oliveira Vieira, Doutorando UFMG
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Local: Auditório Bicalho, 1° andar, FAFICH
Promoção:
Grupo de Pesquisa em Filosofia Antiga /
Linha de Pesquisa em Filosofia Antiga e Medieval
Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFMG
Informações:
Inscrições: Serão feitas diretamente no local do evento. Será conferido certificado a quem assistir a pelo menos 3 palestras.
terça-feira, 28 de maio de 2013
Defesa de dissertação de mestrado
FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS/UFMG
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA (MESTRADO E DOUTORADO)
DEFESA DE DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
MESTRANDO:
VICTOR MAGALHÃES LAGUNA GUIMARÃES
Título:
A DIALÉTICA DE CARNÉADES:
CETICISMO E PROBABILISMO
DATA: 07/06/2013 , às 14:00
LOCAL: SALA 4094/FAFICH
BANCA EXAMINADORA:
PROF. DR. JOSÉ RAIMUNDO MAIA NETO (ORIENTADOR)
PROF. DR. ROBERTO BOLZANI FILHO, USP
PROFA. DRA. MIRIAM CAMPOLINA DINIZ PEIXOTO, UFMG
segunda-feira, 6 de maio de 2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Lançamento: Introduçao à Filosofia pré-socrática.
Autor(a): André Laks
Traduçao: Miriam C. D. Peixoto
Catálogo: Filosofia e ciências humanas
Assunto: Filosofia antiga
Coleção: Cátedra
Número de Páginas: 160
Editora: Editora Paulus
Ano Lançamento: 2013
Código de Barras: 9788534935807
ISBN: 9788534935807
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Sinopse
Os filósofos
pré-socráticos não se consideravam como tal. Para eles, Sócrates não figurava
como uma referência, ou melhor, um herdeiro, ou mesmo um contemporâneo. E foi
apenas tardiamente, com a última geração deles, que passaram a ser designados
como “filósofos”. Porém, se os filósofos pré-socráticos só são filósofos e
pré-socráticos de um ponto de vista retroativo, convém interrogar-se sobre o
processo pelo qual se tornaram tais, pondo em evidência não só a construção,
mas também a possível legitimidade desse título, pois não se trata, ao
contrário do que sugere um termo hoje corrompido, de uma simples “invenção”. A
importância desse questionamento certamente diz respeito ao fato de que, ao
investigarmos acerca dos filósofos pré-socráticos, estamos remetendo às origens
da filosofia grega e, por conseguinte, ocidental.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Jornadas NEAM
Dia 23 de abril de 2013, às 11h00
Auditório Baesse, FAFICH/UFMG
Auditório Baesse, FAFICH/UFMG
O problema do mal
em Agostinho de Hipona
Maurizio Filippo di Silva
(Pós-Doutorando Filosofia, UFMG)
O objetivo desta pesquisa é o de delinear a
desubstâncialização agostiniana do negativo. A análise evidencia a identidade
de malum et nihil na tematização de um
tríplice horizonte teórico: crise da substancialização do negativo maniqueísta,
análise da natureza da culpa e da sua relação com o ordem das coisas,
tematização da coincidência entre corrupção e mal. A relação entre o não-ser e o
negativo é delineada no reconhecimento agostiniano da positividade essencial do
ente, na determinação da natureza do pecado como movimento da vontade e no
aparecer das dimensões constitutivas da dúplice declinação do conceito
agostiniano de corruptio (estática e
dinâmica). A análise agostiniana sobre o negativo é, portanto, definida na
pluralidade e na unidade da identidade de malum
et nihil .
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