terça-feira, 28 de maio de 2013

Defesa de dissertação de mestrado


FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS/UFMG
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA (MESTRADO E DOUTORADO)


DEFESA DE DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
  

MESTRANDO:

VICTOR MAGALHÃES LAGUNA GUIMARÃES


Título:

A DIALÉTICA DE CARNÉADES:
CETICISMO E PROBABILISMO


DATA: 07/06/2013 , às 14:00

LOCAL: SALA 4094/FAFICH






BANCA EXAMINADORA:

PROF. DR. JOSÉ RAIMUNDO MAIA NETO (ORIENTADOR)

PROF. DR. ROBERTO BOLZANI FILHO, USP

PROFA. DRA. MIRIAM CAMPOLINA DINIZ PEIXOTO, UFMG


sexta-feira, 3 de maio de 2013

Lançamento: Introduçao à Filosofia pré-socrática.



Introdução à Filosofia pré-socrática
Autor(a): André Laks
Traduçao: Miriam C. D. Peixoto
Catálogo: Filosofia e ciências humanas
Assunto: Filosofia antiga
Coleção: Cátedra
Número de Páginas: 160
Editora: Editora Paulus
Ano Lançamento: 2013
Código de Barras: 9788534935807
ISBN: 9788534935807

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Sinopse
Os filósofos pré-socráticos não se consideravam como tal. Para eles, Sócrates não figurava como uma referência, ou melhor, um herdeiro, ou mesmo um contemporâneo. E foi apenas tardiamente, com a última geração deles, que passaram a ser designados como “filósofos”. Porém, se os filósofos pré-socráticos só são filósofos e pré-socráticos de um ponto de vista retroativo, convém interrogar-se sobre o processo pelo qual se tornaram tais, pondo em evidência não só a construção, mas também a possível legitimidade desse título, pois não se trata, ao contrário do que sugere um termo hoje corrompido, de uma simples “invenção”. A importância desse questionamento certamente diz respeito ao fato de que, ao investigarmos acerca dos filósofos pré-socráticos, estamos remetendo às origens da filosofia grega e, por conseguinte, ocidental.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Jornadas NEAM
Dia 23 de abril de 2013, às 11h00
Auditório Baesse, FAFICH/UFMG

Augustinus met Civitatis Dei






O problema do mal
em Agostinho de Hipona

Maurizio Filippo di Silva
(Pós-Doutorando Filosofia, UFMG)

O objetivo desta pesquisa é o de delinear a desubstâncialização agostiniana do negativo. A análise evidencia a identidade de malum et nihil na tematização de um tríplice horizonte teórico: crise da substancialização do negativo maniqueísta, análise da natureza da culpa e da sua relação com o ordem das coisas, tematização da coincidência entre corrupção e mal. A relação entre o não-ser e o negativo é delineada no reconhecimento agostiniano da positividade essencial do ente, na determinação da natureza do pecado como movimento da vontade e no aparecer das dimensões constitutivas da dúplice declinação do conceito agostiniano de corruptio (estática e dinâmica). A análise agostiniana sobre o negativo é, portanto, definida na pluralidade e na unidade da identidade de malum et nihil .

quarta-feira, 3 de abril de 2013



Seminario da Linha de Pesquisa em
Filosofia Antiga e Medieval 

Dia 12 de abril de 2013
Sala 4094, FAFICH
às 14h00

  
Sandro Botticelli (1480)


Pesquisa em curso

O conceito agostiniano de movimento.


Maurizio Filippo Di Silva
Pós-Doutorando, UFMG

O objetivo destas análises é delinear a determinação agostiniana da essência do movimento. O objeto teórico designado constitue, ao mesmo tempo, o horizonte essencial das análises e o lugar do aparecer da segunda direção da pesquisa, correspondente à preliminar tematização da natureza da presença da filosofia grega no pensamento agostiniano. O acesso à área temática indicada parte de uma dúplice articulação da pesquisa dirigida às análises agostinianas sobre a essência do mal. A identitade de malum e nihil, na pluralidade e na unidade das suas dimensões constitutivas, delinea o aparecer da essência do movimento, em primeiro lugar, em relação ao conceito agostiniano de corruptio. A declinação da natureza da mudança referida precisará, ainda mais, da tematização da segunda acepção da noção agostiniana de movimento, entendida como elemento constitutivo da cinética agostiniana. A análise da relação entre mudança e corrupção e a dúplice definição do movimento representam, portanto, a direção teórica destas pesquisas e nelas define-se o espaço da possível tematização da relação entre a filosofia agostiniana e a ontologia neoplatônica (Plotino) e aristotélica.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Doxografias: Heráclito e(m) Platão



Seminário Permanente de Estudos Pré-Socráticos


Heráclito e(m) Platão
Belo Horizonte, 24 de junho de 2013
Universidade Federal de Minas Gerais
Programa
Segunda-feira, dia 24 de junho
11:15h
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Abertura: Miriam Campolina Diniz Peixoto, UFMG
11:30h
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La « dottrina segreta », l’eraclitismo e il flusso universale nella prima parte del Teeteto.
Franco Ferrari, Università degli Studi di Salerno (Itália)
12:45h
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Intervalo do almoço
14:00h
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Notas sobre Heráclito no Teeteto, Banquete e Sofista
Ana Flaksman, UNIRIO

15:00h
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Eraclito, i fiumi e il divenire (fr. 12 DK = 40 Marcovich).
Francesco Fronterotta, Università del Salento – Lecce (Itália)
16:00h
-
Intervalo
16:15h
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Heraclitismo no Crátilo de Platão.
Luisa Severo Buarque de Holanda, PUC-Rio
17:15h
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Crátilo/Platão
Celso de Oliveira Vieira, Doutorando UFMG

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Local: 
Auditório Bicalho, sala 1003, 1° andar, FAFICH/UFMG
Promoção:
Grupo de Pesquisa em Filosofia Antiga /
Linha de Pesquisa em Filosofia Antiga e Medieval
Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFMG
Informações:
Inscrições: Serão feitas diretamente no local do evento. Será conferido certificado a quem assistir a pelo menos 3 palestras.